Entre um scrap e outro, nada como sair da rotina do trabalho.
Que melhor jeito do que fazer papel de ridículo levando os amigos juntos? Um ótimo exercício de desapego da tão protegida "reputação a zelar", ou então seja um grandessissimo filho da mãe e coloque só os amigos na roda mesmo.
Depois daquela viagem pra Porto Seguro, essa é provavelmente sua última chance de usar rastafari e tocar um alaúde. Clique aqui
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Uma imagem vale mais que mil palavras?
Pode haver controvérsias, mas a imagem a seguir me deixou sem nenhuma...
Should Of Took A Sick Day - Watch more free videos
Já vi gente vomitar assistindo, mas apresentando é a primeira vez.
Should Of Took A Sick Day - Watch more free videos
Já vi gente vomitar assistindo, mas apresentando é a primeira vez.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Coisas que dão sentido à vida
Da galera do xadrez até a galera do Jiu-Jitsu na empregada, o videogame é uma unanimidade, tem sempre aquele "mão-mole" que vai chorar que não gosta e prefere ler... Vá ler um pergaminho então e quando acabar enrola e... Esconde.

Ler é, sem dúvida, uma atividade da maior importância, torna possível a realização desse blog por exemplo, mas ler é bem mais do que isso. O papel da leitura deve ser uma atividade edificante para o ser o humano, expandir conceitos e visões. Se você é assíduo leitor de Harry Potter e Paulo Coelho, desculpe, não se engane, você não é brilhante.
Na verdade esse é o pior tipo de gente, se abastece de bobeira e se sente munida de argumentos para as mais profundas questões da vida. Ok, são os “fenômenos cult”, como STAR WAR, por exemplo, mas como todo aficionado por esses fenômenos, você saberá, no máximo, o segredo de uma poção, ou de outra, o nome de várias raças alienígenas e outras coisas do tipo. Se você fala fluentemente a língua inventada por algum desses autores, parabéns, existem poucos virgens hoje em dia. Mas quanto à lições de vida, você saberá, entre outras poucas coisas, como reagir ao descobrir que o vizinho gordo, seu desafeto pela vida inteira, é na verdade seu pai e, nesse caso, se você resolver reagir como no filme, raios, como será engraçado!
Esse post tinha a pretensão de ser de utilidade pública, e assim será! Após breve mensagem positiva para as crianças, volto ao assunto que tanto me empolgou esta manhã! O videogame.
Você pode não exatamente ser o maior dos fãs, até mesmo ser desprovido de um aparelho em casa, mas não há monotonia no escritório que resista a um joguinho na internet, além disso o videogame, com aqueles bons e velhos jogos violentos e competitivos, vai encher de “músculos” os novos neurônios conquistados com toda aquela leitura. E se não bastasse os joguinhos para matar o tempo no escritório, que tal para fazer isso no banheiro?! Eu não estou falando de minigames, não, mesmo porque você estará com as mãos ocupadas...
Você pode não exatamente ser o maior dos fãs, até mesmo ser desprovido de um aparelho em casa, mas não há monotonia no escritório que resista a um joguinho na internet, além disso o videogame, com aqueles bons e velhos jogos violentos e competitivos, vai encher de “músculos” os novos neurônios conquistados com toda aquela leitura. E se não bastasse os joguinhos para matar o tempo no escritório, que tal para fazer isso no banheiro?! Eu não estou falando de minigames, não, mesmo porque você estará com as mãos ocupadas...
Imagine um jogo acoplado ao mictório, onde você controla seu carrinho com a urina! Quem teve essa idéia já se tornou um dos meus heróis.

Agora as coisas vão ficar bem mais competitivas nos banheiros....
Rir para não chorar
Cabral? Que tal P. T. Barnum. Sim, essa é minha aposta para o descobridor do Brasil. Para quem não conhece, foi, entre outras coisas, o astuto administrador do autodenominado “O maior espetáculo da Terra”. Com gosto especial pelo absurdo, conduzia um show de horrores que mantinha o público satisfeito.
“Show de horrores que mantinha o público satisfeito”, notaram a semelhança? Se você não é minimamente boçal, já entendeu do que eu estou falando, se você é, jajá faço um post mais simples pra você. Para quem acha que entendeu tudo, mas é um ignorantezinho enrustido, minha crítica não é partidária, quem está ou não no governo, o que me choca e revolta são os governados, mas a essa altura já ofendi todo mundo e ninguém mais deve estar lendo.
Em meio à moda de chorar durante depoimentos, notícias e CPIs que passa o nosso país, é interessante ver a diferente posição de outros países frente às desgraças. Não exatamente em relação ao que fazer, mas quanto a chorar...
Links para irritar o chefe e chocar os pais
Eu já sabia...
Um pequeno pedido de desculpas. Claro que durante esses dias sem novas postagens, nenhuma lágrima foi derramada, ou correntes de e-mail se insurgiram contra a paralisação do Nunca Chute Macumba, mas sinto que devo uma explicação por tamanha demora a voltar a escrever no blog. Todos os meus leitores, amigos que se sentiram constrangidos demais em não olhar e se renderam à pressão, não viram novidades pela concretização do profético trecho de apresentação: “sou quem lhes falará a partir de agora, pelo menos até que alguma coisa aconteça comigo, e não é piada, sempre acontece.”.
Pois é, aconteceu, mais uma vez ferido em circunstâncias misteriosas, que só o nome do blog explica. Da fila de um bar fui pra fila de atendimento de um hospital, onde logo que cheguei o enfermeiro, de olhos arregalados e com um estranho sorriso, disse: “Hummm, veião!”, olhando para o meu braço como um vira-lata que assiste um frango girar... Diante disso, eu, que temendo pelo impacto do nariz quebrado no meu desempenho frente às mulheres e claro ao espelho, já não estava muito feliz e mandei que o cara sumisse, ele que insistia em me tirar a dor, com aquela cara de quem tava se divertindo? Sei...
Bom, a mistura de guaxinim e tartaruga, melhor descrição para o meu rosto nos dias que seguiram, não me abalou muito, mas quando minha cachorra chorou ao olhar pra mim, fiquei um pouco desmotivado. Agora, quase totalmente recuperado, posso esperar, bem humorado, pela próxima desgraça e até lá, relembrar aqui as que já aconteceram.
domingo, 2 de setembro de 2007
Macumba também é cultura...
Para quem gosta de cinema, a última obra de Michel Gondry. É impressionante o que sai da cabeça desse cara. Literalmente...
Talvez se eu me concentrar bastante... Huuuummmm
Talvez se eu me concentrar bastante... Huuuummmm
A Preguiça
Os pecados capitais não são apenas relevantes quando ganham evidência em novelas da Globo, mas porque muitas pessoas dedicam suas vidas a eles, não exatamente por serem más, simplesmente por terem nascido desprovidas de virtudes. “Nascido sem virtude”, isso parece muito grave, talvez bem pior que doze dedos nas mãos, ou nos pés. Um dedinho a mais pode ser um vetor de alegria, pode transformar alguém em um ás do par-ou-ímpar, por exemplo. Por outro lado, a ausência de virtudes é uma sentença de morte, no geral para os outros, já que alguém que é puro pecado, não tenha dúvidas, irá se dar bem, muito provavelmente às suas custas.
Além dos espíritos de porco, que, aliás, já dominaram o mundo, há as pessoas de bem, que certamente não são heróis da virtude guardando o Santo Gral, mas que também não matam vovózinhas à tacadas de bilhar, se bem que, dependendo da vovó, isso pode ser um legítimo ato de heroísmo...
Se você ajuda o vizinho, é bom para os animais, mas não perderia a oportunidade de ferrar aquele gordinho do emprego, que sempre acaba com o café, dá aquela risada esquisita quando abre e-mails de sacanagem e te olha com ressentimento quando você está falando com a loira da contabilidade, parabéns, você está na média. Mas caso você já acorde pensando no maldito do gordo rosa, você é um espírito de porco e nesse caso, quem tem que se preocupar sou eu!
De modo geral, as pessoas são regidas por um pecado capital que as definem. Porém há momentos na vida que um outro pecado se sobressai e quando aquele cara vaidoso se dá conta que está com preguiça até de escovar os dentes e deixa de sair com alguma garota para não ter que fazer a barba, é hora de fazer alguma coisa a respeito!
A preguiça é um dos pecados mais gostosinhos, não dá trabalho, nem mal estar. A ira, por exemplo, dá uma canseira chutar a cara daquele “amigo” que ficou com a garota que você gostava, ou até mesmo a gula, que pode te deixar numa pior depois daquela porção de ostras...
“Protelar”, significa deixar para depois a realização de algo, é a mãe da preguiça, mas pode fazer muito bem! Sim, por que corremos tanto e dizemos que não temos tempo? Para dar um jeito de fazer tudo que precisamos e nos sobrar tempo pra não fazer nada. Tempo é um insumo indispensável, mas não pode ser reunido e guardado para servir pra alguma coisa, porque na verdade, com todo o tempo do mundo à disposição, ninguém faria nada. Por isso protelar é um modo de aproveitar a vida agora. Mas cuidado, de fato é muito bom, tão bom, que os anos podem passar e você acabar virando aquele cunhado no sofá, que na verdade, parece muito com o gordo que você queria se livrar no trabalho.
Primeiro dia na terapia...
Catarse, de acordo com a psicologia, é a liberação de tensões reprimidas, é o efeito libertador conquistado por certas ações, nada além do sentimento de liberdade depois de um bom chute no pincher daquela sua amiga, e é para isso que eu estou aqui. Não para chutar o pincher de ninguém, mas para me livrar das tensões.Na verdade, dentro da minha cabeça, o Nunca Chute Macumba tem uma função social (ilusões de grandeza e outros distúrbios serão freqüentes), é praticamente uma terapia em grupo on-line, com repercussão garantida num mundo de sucessos da auto-ajuda e válvulas de escape radicais...
Dividirei com vocês histórias sobre uma infância onde brincar de esconde-esconde era fugir da surra do padastro peladão, uma adolescência onde descobri que a expressão “quebrar a cara” é equivalente a 24 pontos e amnésia profunda (o que torna tudo mais interessante, sim, imagine acordar mumificado sem saber por que) e o início da vida adulta, uma fase de descobertas, uma delas é o atestado de bipolaridade...Esse primeiro texto serve para apresentá-los às aflições do perturbado que lhes falará a partir de agora, pelo menos até que alguma coisa aconteça comigo, e não é piada, sempre acontece. Pode ser coincidência, mas na dúvida, nunca chute macumba.
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