quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Fênix, avoa!

Dizem que é próximo da morte que um homem tenta encontrar um sentido para sua vida. Depois de um coquetel perigoso de antibióticos, descongestionantes, caipirinha, chopp e os votos sinceros de “se dê mal” de uma ex-namorada magoada, pensei que talvez fosse hora de começar a buscar um sentido para a minha.

É nesse feliz momento (sic), que, embriagado por um dito milagroso chá de gengibre com alho, sinto no pescoço o quente e arfante suspiro de um antigo projeto. O Nunca Chute Macumba, que assim como os fantasmas do natal, me persegue com a promessa de uma possível vida melhor. O que no meu caso é quase um pleonasmo, já que pior, num dava pra ficar...

Então sem mais delongas, a vocês – meus caros e fiéis leitores imaginários – apresento o retorno do NCM.



(lágrimas e gritos histéricos)